segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Ainda não enlouqueci, só um pouquinho de Brasília....

BsB - Pontão do Lago Sul
Só um pouquinho de Brasília e a prova que nós temos lugares bonitos aqui também.... só não tem a vida que as outras cidades maravilhosamente podem dar para seus cidadãos!
Hoje acordei bem humorada, acho que é isso que novas perspectivas no traz, um certo ar de felicidade, mesmo que momentâneo de que tudo pode ser diferente e melhor, simplesmente melhor.
Quando esses surtos de mudança acontecem o melhor a fazer é traçar as novas oportunidades, acabar com o medo de dar o próximo passo e seguir em frente, o mais gostos de tudo isso? Você nunca precisa de ninguém para conseguir atingir o próximo passo e dar rumo novo ao acaso que bate à porta; é só mais uma forma de pensar e não deixar que nada passe sem o devido cuidado, sem a observação merecida.
Eu detesto lidar com acaso e limitações, mas tenho que admitir que o acaso é o que mais chama atenção em alguns momentos da minha vida. Determinadas coisas parecem que só esperam o momento certo de acontecer, como se tudo à sua volta simplesmente se preparasse para as novidades.
Poderia ter feito tudo muito diferente, ter amado e permanecido com o primeiro namorado, ter aceitado e realizado todos os desejos de minha mãe e até ter tomado algumas decisões antes... mas qualquer passo fora do que fiz não seria eu, fácil e simples assim, qualque passo diferente teria me transformado em outra pessoa, que eu posso hoje esperar me tornar, mas que se talvez eu já fosse, não aceitasse.
Então, agora, diante de toda essa bagunça de passado e presente se encontrando de uma forma que não me agrada, eu seria uma pessoa melhor ou pior com as escolhas e decisões que os outros tinham pra mim? E agora quais são as chances de conseguir mudar tudo isso que aconteceu e mudar o futuro que a até então está escrito de uma forma que eu definitivamente não gosto e não suporto?
Vendo tudo isso, é mto simples! Vocês terão notícias minhas...

sábado, 6 de dezembro de 2008

Fazer parte... sim, não, talvez... nunca existiu!

Maceió AL
Ela não faz mais parte, simples assim, é engraçado quando se observa de fora e percebe que em todos esses momentos de sua vida, ela nunca fez parte, todos esses sentimentos estavam só adormecidos e agora estão mais fortes, aqui ou ali, é tudo assim mesmo, tudo sempre foi assim.
O fato é que quando crescemos e começamos a observar nossa vida e as pessoas a nossa volta todos os quebra-cabeças de infância começam a se unir, dá pra entender como funciona o jogo de fazer ou não parte de algo.
Todos esses problemas e questões familiares nos remete a pensar no futuro, no que esperamos e prevemos como família daqui 5 ou 10 anos e ai a ficha cai, é um ciclo. A vida pode realmente ser muito mais assustadora do que parece e nos pregar peças que não carregamos, apenas desviamos calculadamente de problemas. Sei meus desejos, vontades, frustrações... mas tudo é extremamente confuso quando se pensa que observando de determinados parâmetros é assustador, desculpe-me mas eu realmente me assusto quando penso em tudo que está por vir.
É muito simples, por maior que seja a mágoa agora, as lágrimas que caem exageradamente, e a dor feroz de não fazer de lugar nenhum... é hora de procurar a casa dela, a vida dela, os problemas dela, os cães dela, as lágrimas dela que escorrem por ela, os desejos e vontades mais bobos que ela é capaz de ter em seus momentos de solidão... passou da hora de pregar pelo individualismo! Pensar mais em si mesma nunca fez tão bem!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Nem tão ao Norte, nem muito ao Sul....

Avenida Paulista... no seu melhor estilo


Hoje me deu uma saudade de um certo caos, acho que porque o caos daquela cidade nos faz sentir minúsculos, miúdos... é impressionante a sensação de ser mais um numa multidão que ferve, que não pára e que a respiração nem se percebe, às vezes é bom mesmo viver nessa correria, no pedaço de nada e ao mesmo tempo de tudo. Mas o que move São Paulo é o caos, o básico caos da vida, onde não se pára a não ser que algo de exorbitante e exagerado esteja acontecendo... mas esse caos contamina, toma conta do ser e a simples observação de todos e de tudo se transforma numa novela da vida real; mas hoje não vou divagar sobre as cidades que adoro e nem sobre o quanto detesto a minha...


A questão do caos aqui observada vem só pra acrescentar sobre o quanto é importante vivermos nosso caos interno de cada dia, nossa confusão mental e dúvida... é justamente nesses momentos que colocamos nossa felicidade nas mãos de pessoas emocionalmente tão confusas quanto nós e determinamos os mais simples traços de fraqueza. Há momentos na vida em que a única coisa que se espera é um olhar ou uma palavra que determine sua briga pela incerteza, mas que dê ânimo para a continuidade da relação de amor que travamos com nós mesmos pela busca... sempre em busca de algo para satisfação do nosso "eu" emocional que é mais burro que uma porta!
A correria, o caos não te permitem perder tempo com flores e corações, ainda mais quando já se sabe que flores e corações tendem a transformar-se em lágrimas e lamentações, com a única certeza da tentativa, ainda criamos coragem de dizer: "- pelo menos eu tentei!". Grande falsidade, tentamos nos enganar com as coisas mais bobas, lendo nas entrelinhas, buscando sonhos e realizações em ações que na maior parte das vezes não são por nós e nem para nós... é nessa hora que "de repente do riso fez-se o pranto"... A vida é uma guerra de lacunas, onde buscamos incansavelmente a tal da felicidade padronizada pela nossa sociedade orgânica.
Nem tão ao Norte e nem muito ao Sul.... mas sabemos que o centro nunca é bom o bastante, equilíbrio não é algo inerente ao ser humano, mas é o que indiretamente se busca nos sonhos e desejos de uma vida a dois, a tão almejada estabilidade! Como se existisse estabilidade em concurso público e casamento, porque as pessoas falam isso como se fosse a coisa mais natural do mundo? A fulana passou no concurso, está preparando o casamento.... é como se fosse música para os ouvidos dos pais se a filha fizesse esse tipo de escolha! As pessoas são capazes de passar 5 anos na faculdade de artes para no final virar funcionário público... desesperador...
Agora a parte que me fez passar por tudo isso... nosso coração é infiél a nós mesmos, nos dá cada rasteira... Queria mesmo entender o que acontece aqui dentro, mas parece inútil tentar entender a vida...
Significado dos Meus Sonhos essa semana...
MAR
Ver um mar tranqüilo e transparente, é sinal de felicidade, e bons negócios. Agitado e turvo, faz-se prever aborrecimentos e dor. Deixar- se submergir pelo mar prova que se deixa transbordar na existência. As águas do mar reflete um desejo de libertação inconsciente, cuja profundeza corresponde à profundeza do mar. Navegar num mar corresponde a um desejo de aventura. Uma tempestade é sinal de inquietação. E ver-se afogando no mar, trata-se de um desejo de se desembaraçar de aborrecimentos. Como o mar representa travessias, sonhos com ele podem representar um desejo de renovação.

PRAIA
Ver uma - amor e amizades novas lhe trarão momentos inesquecíveis. Estar numa - os assuntos sentimentais deverão ser tratados com tranquilidade, afim de se obter solução.
PORTO
Significa de maneira geral - que as viagens serão muito favorecidas. Novidades e momentos agradáveis estão previstos, para os próximos dias, junto ao ser amado.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Uma Qualquer.... só um novo ponto de vista


O Por do Sol mais Lindo, na Cidade mais Linda

Ela olhava para eles apenas com o interesse pelo amor que eles poderiam proporcionar a ela, aquele sentimento exagerado, o frio na barriga e a dor na espinha a cada decepção, infelizmente a decepção está diretamente ligada a se apaixonar, a amar e entregar-se de corpo e alma ao desconhecido.

Mas é certo que cada um deles era a possibilidade de felicidade quando não se via a felicidade em si mesma, eis o erro... mas assim seguia, certo ou errado, feio ou bonito, mais novo ou mais velho, do solteiro ao divorciado com filhos, era só mais um detalhe, não importa a vida emocional pregressa e sim o novo, o que é vivenciado com cada momento juntos, o jogo de palavras, a intenção de futuro, o jeito doce e simples de resolver tudo, a maneira maravilhosa de ignorar os defeitos e os mais simples detalhes que os afastava durante o dia, é certo que nem tudo que se faz é suficiente, mas na vida não se escolhe por quem se apaixona e na maior parte das vezes conseguia ver o quanto perdia tempo em relacionamento infrutíferos e ridículos, que beiravam à loucura e à incompreensão, mais um motivo para fugir de novo e voltar às palavras, essas não traem, não são traiçoeiras e proporcionam a dor e sofrimento no limite necessário à evolução emocional que precisava!

O que vem de diferente agora? O que está incompleto? Ela observa que não precisa de nada pra ser feliz além dela mesma, mas será tarde demais pra virar as costas e buscar novos horizontes? O que são 24 anos perto de uma vida de lástimas e angústias quando já se imagina com 30 como se estivesse idosa? Uma coisa é certa, hoje se preocupa mais com futuro, já não toma sol como antes, já não come tanta besteira e a balança passou de inimiga número 1 para melhor amiga... bom e as amigas... já não tem amigas como antes, já reconsidera o novo e o velho, o inusitado incomoda e as novidades profissionais são meros detalhes de uma vida onde não se respira o novo, só sobrevive, passamos pelos dias como se fossem meros e simples, não vivemos, não respiramos, não suspiramos pelo por do sol e nem contemplamos a maravilha e perfeição que somos.

Ela nao pensava em mais nada, nao desejava mais nada, mas na grande cortina de fumaça o vento sempre vai pro lado que mais dói, que mais machuca, pro misterioso, pro incerto e indeterminado e nisso nos tornamos o que somos, bolas de brilhar esperando a próxima tacada e que talvez com a mais pura sorte consiga nao ser abatida logo, pra poder curtir um pouco mais o jogo da vida; talvez esteja na hora de mudar de lado, de passar de ouvinte e observadora à atriz, o complexo dessa escolha é arcar com todo o dramalhão e jogo emocional que se faz para conseguir passar por dias ruins.

Só vive quem se entregou e esqueceu o resto, o frio e o certo... por que as maravilhas não vêm acompanhadas de pelo menos uma dose de racionalidade? Assim não pareceríamos bonecos sarcásticos e secos em busca do tão esperado amor para a vida inteira. Não sei porque a vida funciona como uma lata de sardinhas às vezes, mas é certo que de tempos em tempos a sardinha torna-se um refeição preciosa quando na maior parte das vezes seu prato está vazio! É verdade grande leitor, seu prato na maior parte das vezes está vazio ou pelo menos esvaziando e vc nunca sabe como preenche-lo novamente! Ninguém sabe quantas vezes pode repetir o rodizio, mas todo mundo arrisca a dor do amor novamente, por mais que seja doentio saber que no final pode sobrar lágrimas, lástimas, mágoas e uma dor insuportável, no final dessa colocação concluo, somos todos loucos, insanos e masoquistas, sempre começamos o que pode nao acabar bem e se em algum ponto tudo der errado, tenha certeza, a culpa não foi sua, é sempre do outro ser humano que não soube compreender a essência do seu ser, de ser o que vc e que jogou tudo pro alto com palavras e ofensas indiretas, essas são as mais duras, literalmente!

Procure-me, busque-me, lembre de mim, estou aqui... te amo... te adoro... se sabemos que tudo no final pode ser extremamente doloroso, porque somos alguém ou nada, simples assim, o ser humano tem esse grave defeito... poucos se conhecem o suficiente, mas a entrega fica mais forte e profunda a cada nova decepção! Sou contra a corrente que diz que passamos a tomar mais cuidado depois das mágoas, ledo engano, apenas maquiamos a realidade e assumimos mais um risco, com pudor externamente, mas fazendo planos de casamento e filhos por dentro, imaginando o vestido de noiva e aceitando os defeitos mais nojentos e as manias mais abomináveis. Quando se ama, entrega-se e pronto... o resto torna-se bobo, complementos dispensaveis para a nova vida a dois, para o princípio de uma possível vida a dois onde se acredita no eterno...
* ...que nao seja imortal, posto que e chama, mas que seja eterno enquanto dure...*

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Homem Plural.....

Apenas alguns pontos que me chamaram atenção....

Dissertação sobre o Homem Plural e o pressuposto de que toda cultura tem uma lógica própria.

Há muito se observa o interesse do homem observar as relações humanas e através dessa observação traçar parâmetros de conduta para análise das relações humanas. Compreende-se que a partir da antropologia tronou-se possível e mais compreensível entender tudo que acontece nas sociedades, desde as primitivas até as mais atuais, porém o foco desta discussão é a lógica dentro de determinadas culturas que se mostram opostas a cultura presente na maior parte do mundo atualmente.

O homem analisado unicamente a parte de uma cultura pode se mostrar completamente oposto do homem estudado e observado dentro de seu meio social. A partir dessa questão é certo afirmar que cada homem dentro de sua cultura é um homem diferente e deve ser visto sempre a partir de um novo parâmetro e novas dimensões. Pode-se confirmar essa questão através do estudo da atuação humana e sua importância dentro de diferentes culturas, como por exemplo, a cultura árabe, onde se vê a grande importância da religião influenciando na vida cotidiana das pessoas e traçando inclusive os limites de atuação de cada ser humano, sempre levando em consideração as convicções divinas existentes naquela sociedade.

É através desse parâmetro de diferenças culturais e divergências no modo de viver a vida que a antropologia marca seu campo de atuação e analisa as relações humanas, sempre de forma a compreender e reconhecer a humanidade plural citada por Laplantine; Nas diferenças de crenças, principalmente, é onde se pode verificar a existência do homem plural e da sociedade observada. A questão das diferenças aqui, não é só um parâmetro a ser analisado pela antropologia, é também a perfeição de que todos os seres humanos são diferentes e dessa forma tem diferentes formas de agir, trazendo então a necessidade do estudo da antropologia, porque nessa ciência pode estar às respostas para outra sociedade, onde talvez não seja necessário se preocupar tanto com a violência.

É necessário ressaltar que as diferenças dos homens não estão arraigadas apenas na questão da diferença religiosa, mas também nos diferentes comportamentos, nas diferentes escolhas, condutas e cultura onde cada um pôde estabelecer seu vínculo com a sociedade e partir daí criar um novo parâmetro e uma nova conduta a ser analisada. A diferença religiosa, cultural, financeira, racial, comportamental, entre outras milhões de diferenças é que faz com que seja necessário o estudo dinâmico e ininterrupto das relações humanas, somente quando o homem se conhecer como homem e conseguir lidas com todas as diferenças é que será possível observar maior harmonia nas relações humanas, nesse sentido, tolerância e respeito acima de qualquer pré-julgamento acerca de todas as culturas e sociedades existentes.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Pessoas.......


Sentirei medo, frio, raiva, mágoa... muitas lágrimas escorrerão até que eu entenda sua forma de agir, decisões, escolhas que sabemos que não chegam a lugar nenhum... os sentimentos e suas grandes incógnitas; eu sinceramente não sei o que pensar de cada gesto frio, de cada sorriso em falso, de cada toque por obrigação, eu realmente não entendo, mas eu te amo!
A vida dá voltas inexplicáveis e nesse momento minha racionalidade me diz que você me julga e decide o que for conveniente, mas não o que poderia ser melhor para nós, porque eu te sinto tão longe quando tudo que mais queria era você aqui do meu lado? Será que é possível entender as palavras não ditas e a repreensão que de certa forma seus olhos e coração me passam? Eu não sou perfeita, muito pelo contrário, posso me considerar o cúmulo da imperfeição, mas tudo que sinto por você aqui dentro é o mais puro e maravilhoso que poderia ser... eu gostaria de entender e sinceramente, gostaria de mudar as coisas, talvez assim não me privaria tanto da felicidade com tanto medo das suas opiniões, enquanto na verdade você por milhões de vezes fala que basta que eu seja eu...
*** Quem inventou o amor... me explica por favor...***

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Eu Quero...

Eu quero seus braços travando os meus;
Eu quero seus beijos devastadores;
Eu quero suas pernas caminhando de encontro às minhas;
Eu quero suas mãos me apertando forte;
Eu quero seus lábios sedentos de vontade;
Eu quero de verdade;
Eu quero seu peso me segurando;
Eu quero seus beijos nas minhas costas;
Eu quero suas mãos e beijos sufocantes;
Eu quero...
Eu quero o amor que me faz viver;
Eu quero a paixão de um coração partido;
Sim, eu quero lágrimas, são necessárias;
Eu quero a mordida da vida;
Eu quero o pedaço, a parte que me divide;
Eu quero o chão, a vida, a morte;
Eu quero o céu e nunca o inferno da tentativa...
Eu quero o moinho e as nuvens azuis;
Eu quero a montanha e o luar;
Eu quero o sim e o não de um amor proibido;
Eu quero você....
Eu quero o sul e o norte do seu coração;
Eu quero você...


Depois de uma semana de seriados romanticos, onde nem mesmo o Sex And the City conseguiu falar de Sexo de verdade, a única coisa que se discute é o amor.... até onde podemos ir por amor, o que realmente faríamos e definitivamente, quanto é necessário ceder para tomar uma dose desse sentimento desconhecido pela maioria de nós? Quem realmente amou? Como sabemos que estamos amando, e mais importante ainda, quando sabemos que este grande fermento para o coração já não existe mais?
Para mim é a semana dos românticos, daqueles que se preocupam com o que passa aqui dentro do coração, daqueles que provaram o doce amargo e inesquecível do amor. O meu coração hoje só pensa nas músicas e letras que nos mostram que não existem regras, limites leis que regem o mais nobre dos sentimentos... O amor, como dizia Camões, é ferida que dói e não se sente... e realmente, chegamos num ponto que já não sentimos nada, mas o vazio que fica quando nosso amor vai embora... deixa claro que essa é mais uma marca do amor e a grande armadilha da vida, pois só vive quem ama...

***TANTO VIVEU E SOFREU... QUE DE AMOR MORREU...***

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Simbolismo


Possibilidades??? É impressionante os limites do ser humano quando todos seus pensamentos, preocupações e medos estão diretamente ligados ao coração. A verdade é que não existe limite, não existe céu ou inferno maior do que aquele que nos impomos todos os dias sem pensar duas vezes nas consequências das decisões que escolhemos para nossas vidas. O mundo real e o imaginário facilmente se misturam e causam estragos irreparáreis e infelizmente irrecuperáveis na nossa vida. O mundo não é como imagiamos, a vida não caminha como esperamos, mas tudo é da mesma forma sempre e todos parecem os mesmos.
Os erros, os problemas e até mesmo os acertos são peças de um quebra-cabeças injusto, mas necessário à nossa vida a cada dia que passa. Os sonhos já não são os mesmos, na verdade as pessoas mudam, vocês sabiam? As pessaoas mudam de idéia, seres humanos são passíveis de mudanças de posicionamento...
E eu caminho cometendo os mesmos erros, comsonhos diferentes, mas com a cabeças em problemas e coisas que eu gostaria que não fossem tão importantes. Novos amigos, novos ares... não é assim que funciona, nunca foi assim que funcionou e nunca enxergamos a verdade exposta, no fundo é porque sabemos que 1/3 dessa verdade dói mais do que simpesmente fingirmos que nada aconteceu!
Todos são iguais, mais uma vez a história se repete!

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Voltando com tudo!


Reprimir sentimentos pode aliviar traumas, diz estudo

Um novo estudo realizado nos Estados Unidos sugere que não expressar os sentimentos sobre um trauma coletivo - como um ataque terrorista - pode aliviar os efeitos mentais e psicológicos relacionados com a experiência traumática.

Para alcançar os resultados, os pesquisadores da University de Buffalo, em Nova York, usaram uma pesquisa feita pela internet com 3 mil pessoas logo depois dos atentados de 11 de setembro nos EUA e dois anos após os ataques.

Os participantes eram pessoas que haviam sido expostas à tragédia, mas que não perderam parentes ou amigos no atentado. Eles foram divididos em dois grupos: aqueles que estavam preparados para falar sobre a experiência e expressar seus sentimentos sobre o trauma e aqueles que preferiram não falar a respeito.

Segundo Mark Seery, que liderou o estudo, os resultados indicam que, dois anos depois dos atentados, a condição psicológica e mental das pessoas que optaram por não expressar seus sentimentos era melhor.

A pesquisa será publicada na edição deste mês da revista científica Journal of Consulting and Clinical Psychology, e ainda não foram revelados detalhes do estudo como quais aspectos psicológicos foram analisados e como o estado mental dos voluntários foi avaliado.

Generalização

Seery ressalta que os resultados são contrários à noção popular de que é preciso falar sobre os traumas.

"Nós devemos dizer às pessoas que não há nada de errado em não querer expressar seus sentimentos depois de um trauma coletivo. Na verdade, elas conseguem suportar bem, e, de acordo com nossos resultados, se sentem ainda melhores do que aquelas que preferem expressar suas experiências", disse o pesquisador.

De acordo com Seery, mesmo entre as pessoas que optaram falar sobre seus sentimentos, aquelas que haviam escrito relatos maiores, com mais informações sobre os sentimentos, também demonstraram estado psicológico pior do que aquelas que expressaram pouco na análise feita dois anos após os atentados.

No entanto, segundo o professor Stephen Joseph, especialista em traumas relacionados a desastres da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, é importante não generalizar o efeito em todos os pacientes.

Ele ressalta que estudos anteriores já demonstraram os benefícios que falar sobre as experiências pessoais com a ajuda de aconselhamento adequado podem trazer na recuperação após os traumas.

"As pessoas que quiseram expressar seus sentimentos logo após os atentados de 11 de setembro podem ser aquelas que mais foram afetadas pela tragédia. Por isso, não é de surpreender que elas ainda tenham sintomas dois anos depois dos atentados", disse o especialista.

BBC Brasil

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Volta...


Porque tem dias que agente surta mesmo e não dá vontade de fazer nada além de chorar e reclamar

Porque tem dias que o céu está lindo e meu quarto parece a melhor opção

Porque tem dias que eu olho o passado com decepção

Porque tem dias que as pessoas me enganam

Porque tem dias que eu sou diferente

Porque tem dias que você me ama

Porque tem dias que eu não penso

Porque tem dias que o chão se abre e eu caiu lá dentro

Porque tem dias que eu amo a vida

Porque tem dias que o sol não é suficiente

Porque tem dias que a chuva me faz mal

Porque tem dias que eu quero o abismo

Porque tem dias que você não compreende

Porque tem dias que eu não sei, sinto sua falta

Porque tem dias que nada me derruba

Porque tem dias que seu olhar me fuzila

Porque tem dias que o mundo é minha casa

Porque tem dias que eu não tenho rumo

Porque tem dias que eu me acho

Porque tem dias eu te acho e ai eu surto

Porque tem dias que eu viajo

Porque tem dias que eu fujo

Porque tem dias que eu não quero

Porque tem dias que essa é a nossa música

Porque tem dias que essa é a minha vida