segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Ainda não enlouqueci, só um pouquinho de Brasília....
sábado, 6 de dezembro de 2008
Fazer parte... sim, não, talvez... nunca existiu!
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Nem tão ao Norte, nem muito ao Sul....
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Uma Qualquer.... só um novo ponto de vista

O Por do Sol mais Lindo, na Cidade mais Linda
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Homem Plural.....
Há muito se observa o interesse do homem observar as relações humanas e através dessa observação traçar parâmetros de conduta para análise das relações humanas. Compreende-se que a partir da antropologia tronou-se possível e mais compreensível entender tudo que acontece nas sociedades, desde as primitivas até as mais atuais, porém o foco desta discussão é a lógica dentro de determinadas culturas que se mostram opostas a cultura presente na maior parte do mundo atualmente.
O homem analisado unicamente a parte de uma cultura pode se mostrar completamente oposto do homem estudado e observado dentro de seu meio social. A partir dessa questão é certo afirmar que cada homem dentro de sua cultura é um homem diferente e deve ser visto sempre a partir de um novo parâmetro e novas dimensões. Pode-se confirmar essa questão através do estudo da atuação humana e sua importância dentro de diferentes culturas, como por exemplo, a cultura árabe, onde se vê a grande importância da religião influenciando na vida cotidiana das pessoas e traçando inclusive os limites de atuação de cada ser humano, sempre levando em consideração as convicções divinas existentes naquela sociedade.
É através desse parâmetro de diferenças culturais e divergências no modo de viver a vida que a antropologia marca seu campo de atuação e analisa as relações humanas, sempre de forma a compreender e reconhecer a humanidade plural citada por Laplantine; Nas diferenças de crenças, principalmente, é onde se pode verificar a existência do homem plural e da sociedade observada. A questão das diferenças aqui, não é só um parâmetro a ser analisado pela antropologia, é também a perfeição de que todos os seres humanos são diferentes e dessa forma tem diferentes formas de agir, trazendo então a necessidade do estudo da antropologia, porque nessa ciência pode estar às respostas para outra sociedade, onde talvez não seja necessário se preocupar tanto com a violência.
É necessário ressaltar que as diferenças dos homens não estão arraigadas apenas na questão da diferença religiosa, mas também nos diferentes comportamentos, nas diferentes escolhas, condutas e cultura onde cada um pôde estabelecer seu vínculo com a sociedade e partir daí criar um novo parâmetro e uma nova conduta a ser analisada. A diferença religiosa, cultural, financeira, racial, comportamental, entre outras milhões de diferenças é que faz com que seja necessário o estudo dinâmico e ininterrupto das relações humanas, somente quando o homem se conhecer como homem e conseguir lidas com todas as diferenças é que será possível observar maior harmonia nas relações humanas, nesse sentido, tolerância e respeito acima de qualquer pré-julgamento acerca de todas as culturas e sociedades existentes.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Pessoas.......
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Eu Quero...
Eu quero seus beijos devastadores;
Eu quero suas pernas caminhando de encontro às minhas;
Eu quero suas mãos me apertando forte;
Eu quero seus lábios sedentos de vontade;
Eu quero de verdade;
Eu quero seu peso me segurando;
Eu quero seus beijos nas minhas costas;
Eu quero suas mãos e beijos sufocantes;
Eu quero...
Eu quero o amor que me faz viver;
Eu quero a paixão de um coração partido;
Sim, eu quero lágrimas, são necessárias;
Eu quero a mordida da vida;
Eu quero o pedaço, a parte que me divide;
Eu quero o chão, a vida, a morte;
Eu quero o céu e nunca o inferno da tentativa...
Eu quero o moinho e as nuvens azuis;
Eu quero a montanha e o luar;
Eu quero o sim e o não de um amor proibido;
Eu quero você....
Eu quero o sul e o norte do seu coração;
Eu quero você...
Para mim é a semana dos românticos, daqueles que se preocupam com o que passa aqui dentro do coração, daqueles que provaram o doce amargo e inesquecível do amor. O meu coração hoje só pensa nas músicas e letras que nos mostram que não existem regras, limites leis que regem o mais nobre dos sentimentos... O amor, como dizia Camões, é ferida que dói e não se sente... e realmente, chegamos num ponto que já não sentimos nada, mas o vazio que fica quando nosso amor vai embora... deixa claro que essa é mais uma marca do amor e a grande armadilha da vida, pois só vive quem ama...
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Simbolismo
Possibilidades??? É impressionante os limites do ser humano quando todos seus pensamentos, preocupações e medos estão diretamente ligados ao coração. A verdade é que não existe limite, não existe céu ou inferno maior do que aquele que nos impomos todos os dias sem pensar duas vezes nas consequências das decisões que escolhemos para nossas vidas. O mundo real e o imaginário facilmente se misturam e causam estragos irreparáreis e infelizmente irrecuperáveis na nossa vida. O mundo não é como imagiamos, a vida não caminha como esperamos, mas tudo é da mesma forma sempre e todos parecem os mesmos.
Os erros, os problemas e até mesmo os acertos são peças de um quebra-cabeças injusto, mas necessário à nossa vida a cada dia que passa. Os sonhos já não são os mesmos, na verdade as pessoas mudam, vocês sabiam? As pessaoas mudam de idéia, seres humanos são passíveis de mudanças de posicionamento...
E eu caminho cometendo os mesmos erros, comsonhos diferentes, mas com a cabeças em problemas e coisas que eu gostaria que não fossem tão importantes. Novos amigos, novos ares... não é assim que funciona, nunca foi assim que funcionou e nunca enxergamos a verdade exposta, no fundo é porque sabemos que 1/3 dessa verdade dói mais do que simpesmente fingirmos que nada aconteceu!
Todos são iguais, mais uma vez a história se repete!
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Voltando com tudo!
Reprimir sentimentos pode aliviar traumas, diz estudo
Da BBC Brasil
Um novo estudo realizado nos Estados Unidos sugere que não expressar os sentimentos sobre um trauma coletivo - como um ataque terrorista - pode aliviar os efeitos mentais e psicológicos relacionados com a experiência traumática.
Para alcançar os resultados, os pesquisadores da University de Buffalo, em Nova York, usaram uma pesquisa feita pela internet com 3 mil pessoas logo depois dos atentados de 11 de setembro nos EUA e dois anos após os ataques.
Os participantes eram pessoas que haviam sido expostas à tragédia, mas que não perderam parentes ou amigos no atentado. Eles foram divididos em dois grupos: aqueles que estavam preparados para falar sobre a experiência e expressar seus sentimentos sobre o trauma e aqueles que preferiram não falar a respeito.
Segundo Mark Seery, que liderou o estudo, os resultados indicam que, dois anos depois dos atentados, a condição psicológica e mental das pessoas que optaram por não expressar seus sentimentos era melhor.
A pesquisa será publicada na edição deste mês da revista científica Journal of Consulting and Clinical Psychology, e ainda não foram revelados detalhes do estudo como quais aspectos psicológicos foram analisados e como o estado mental dos voluntários foi avaliado.
Generalização
Seery ressalta que os resultados são contrários à noção popular de que é preciso falar sobre os traumas.
"Nós devemos dizer às pessoas que não há nada de errado em não querer expressar seus sentimentos depois de um trauma coletivo. Na verdade, elas conseguem suportar bem, e, de acordo com nossos resultados, se sentem ainda melhores do que aquelas que preferem expressar suas experiências", disse o pesquisador.
De acordo com Seery, mesmo entre as pessoas que optaram falar sobre seus sentimentos, aquelas que haviam escrito relatos maiores, com mais informações sobre os sentimentos, também demonstraram estado psicológico pior do que aquelas que expressaram pouco na análise feita dois anos após os atentados.
No entanto, segundo o professor Stephen Joseph, especialista em traumas relacionados a desastres da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, é importante não generalizar o efeito em todos os pacientes.
Ele ressalta que estudos anteriores já demonstraram os benefícios que falar sobre as experiências pessoais com a ajuda de aconselhamento adequado podem trazer na recuperação após os traumas.
"As pessoas que quiseram expressar seus sentimentos logo após os atentados de 11 de setembro podem ser aquelas que mais foram afetadas pela tragédia. Por isso, não é de surpreender que elas ainda tenham sintomas dois anos depois dos atentados", disse o especialista.
BBC Brasil



